Não mimo o verso, sou poetassassino.
Degolo o que parece alexandrino.
Amputo o soneto, mato em haicai,
torturo o verso-livre mais e mais;
as penas que tive, as dissemino
e espero que tenhas todas iguais.
Que é para ver se teu sangue me lava,
levando essa dor em tripa e palavra.
8 comentários:
Bem visceral,meu caro!
Das tuas penas, tb peno!
Psicopoeteria adorável
bj
desregrar tem mais graça!
Depois de toda essa carnificina, só lhe resta o expurgo.
Abraços!
poeticamente não conseguiste teu intento, pois que a poesia mesmo que triste ficou linda!
beijos
Poemaço!!!
Gostei
E ri muito também dos comentários.
És um poeta interessante.
bjs
Belo poema!!!!
Abraço e SARAVÁ
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