Nossa Senhora da Soledad,
Bendizei o poeta que sozinho
relê o seu verso e o reescreve
Como eremita, isolado em seu Eu,
Espiona os versos escondidos
Nos lugares insólitos da alma
Bendizei,
para que em sua descrença,
O poeta descubra-se deus
de seus versos solitários
2 comentários:
Rapaz, esse poema é incrível. Momento de grande inspiração! Ou de bendito trabalho solitário.
Um abraço.
Obrigado pelo elogio, colega! Esse é um daqueles poemas que gosto de ter escrito!
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