domingo, 8 de janeiro de 2012

Da solidão

Um bote à deriva
na amplidão do mar,
e aquela sensação
claustrofóbica
tão cheia de si mesmo.

5 comentários:

Unknown disse...

Só de pensar em estar numa situação dessa me dá náusea.

Se foi essa a intenção de seu poema,além de solitude, conseguiu bem.

Ficou muito bom, prezado amigo!

Lucas Holanda disse...

eu fiz para doer,
se doeu no estômago,
a dor foi sua.

um abraço!

Fred Caju disse...

Preciso de um porto,
alegre ou seguro.
O mar está morto
e meu barco torto
navega no escuro.

(Fred Caju)

Elisa T. Campos disse...

Seu poema ficou lindo.
Mas, fico como expectadora do bote.
Coitado de quem está sentado lá.

Beijos

Ale disse...

Oi,

Você é bom as palavras,

Lindo demais esse trecho: de uma tristeza,


Bjka