sábado, 11 de fevereiro de 2012

Finitude.

Deixo a água me molhar,
arrasta-me sua correnteza
e, lá no fundo, tenho a certeza
de que eu não sou o mar.

12 comentários:

Arnoldo Pimentel disse...

Talvez o mar esteja em sua própria correnteza.

Elisa Zambenedetti disse...

A vida quase me escapa
de tanto o mar me levar
vivo com ele uma nova etapa...
hoje sei, não sou o mar.

Beijos e bom fim de semana!

VILMA ORZARI PIVA disse...

Lucas, que bela e instigante quadra. Parabéns!!

Rio que desagua
na correnteza do mar
deixa-se levar.

Beijos e bom fim de semana!

Unknown disse...

Mas decerto deságua belos versos nesse oceano de poesias!

Muita paz!

Ale disse...

Belíssimo,

Mas creio, todos nós temos um oceano dentro da gente,


Bjka

Fred Caju disse...

Mar aberto. Mar adentro. Mar imenso. Mar intenso. Sem cais.

Unknown disse...

mar, vida, correnteza...
é sábio deixar-se levar, ainda que sejamos também parte deste ciclo...
beijos

o refúgio disse...

Gostei do poema mas cheguei aqui atraída por outro que não encontrei... mas adorei! O da pá lavra...
Abraço

Celso Mendes disse...

de sua finitude, cabe a cada um descobrir.

muito bom!

abraço.

Elisa T. Campos disse...

Depois da Pá esta finitude.

.....sou mais um poeta a flutuar.

Encantador

bjs

Daiane Rebelo disse...

Vamos aprender a nadar, poeta.

Lucielle Wiermann disse...

inspirador...