como uma poesia augusta, angélica e caída.
Distingue-te de uma batráquia vida,
dispensando o coaxar d'outro poemeto.
Lembra aquele momento purulento
ao abrir-te a própria e tão branca barriga,
restou só a cicatriz, onde houve a ferida,
mas lateja ainda no áspero cimento.
Decola, na tua asa dolorosíssima,
a enganar-se na esperança mais íntima
dada ao teu ensanguentado coração.
Pode ir. Em, tua dor, respira a verdade
sobre essa mentira da humanidade
que se mata no mesmo mundo cão.
3 comentários:
Do caralho! E o segundo verso me bateu direto na mente:
http://www.youtube.com/watch?v=3cOwqR_nvYo&feature=related
que massa! Não conhecia não!
Lucas eu escrito é demais e Fred, eu também lembrei do Tom Zé na mesma hora!
Muita paz!
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